Assessoria de Imprensa

Ângela Portela cobra que diesel mais barato chegue aos postos

A senadora Ângela Portela (PDT-RR) criticou nesta quarta, 6, o governo federal por não ter cumprido a promessa de fazer chegar aos postos a redução dos impostos sobre o óleo diesel. Em várias bombas do estado e de todo o país, o desconto não atingiu os prometidos R$ 0,46. Em alguns postos, o litro do diesel continua próximo da casa dos R$ 4.
“Não chega a nos surpreender: além de ter um histórico de descumprimento de acordos, o governo de Temer e Jucá parece não possuir mais força para impor sua vontade a ninguém”, afirmou Ângela na tribuna do Senado.

A senadora disse apoiar a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) proposta pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) para investigar a política de preços dos combustíveis no Brasil. Para ela, a troca de Pedro Parente por Ivan Monteiro no comando da Petrobras não mudou a política de reajustes quase diários. “Temer trocou o presidente da Petrobras, e o que chegou nem tirou o paletó e já foi aumentando a gasolina”, ironizou.

Violência

Em seu discurso, Ângela lamentou os números do Atlas da Violência no Brasil, divulgados na véspera pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Roraima figura como a unidade da federação com maior índice de assassinatos de mulheres: 10 por 100 mil habitantes. “Somos de longe o estado onde mais mulheres são assassinadas. Só em 2016, foram mortas 25 mulheres em Roraima. Em um estado com 500 mil habitantes, é um número elevadíssimo”, disse a senadora.

Enquadramento

Ângela Portela encerrou seu pronunciamento cobrando do governo federal a sanção da Medida Provisória 817, que regulamenta a Emenda Constitucional 98 – que enquadra os servidores que trabalharam na transição de Roraima, Rondônia e Amapá de territórios em estados. “Nós temos o prazo limite de 7 de julho para que sejam publicados no Diário Oficial da União os nomes dos servidores que serão incluídos nos quadros da União”. A MP foi aprovada pelo Senado no último dia 28.